Fazendo minha visita diária e obrigatória ao blog da minha querida Alana (www.meninadelordkronus.zip.net), me deparei com esse delicicioso texto e esta descrição delicadíssima, que só quem tem a sensibilidade que ela tem poderia escrevê-lo. Não resisti e pedi um empréstimo - prontamente autorizado - e aqui está o texto que eu tenho certeza, vão concordar comigo, é mesmo lindo! Obrigada, lindíssima, amo você!!
Sim, ela é muito parecida com a flor.
Delicada. Apreciada. Uma obra de arte, eu diria.
Nome? Ah, ela tem muitos. Alguns horríveis, que não fazem jus a sua generosidade, outros engraçados e outros tantos carinhosos. Mas que importa? O melhor nome é aquele sussurrado entre gemidos, quando é solicitada de forma quase suplicante.
E atenção! Não é chegar e ir usando. A coisa tem de ser feita com jeito. Antes de qualquer brincadeira ela gosta de ser acariciada, alisada como gata manhosa, ser toda lubrificada com seu próprio mel. Depois explorada pela língua, ser estimulada em ritmos e movimentos diversos. Chupada com suavidade e sugada com paixão. Isto requer habilidade e disponibilidade de tempo.
Penetra-la é mergulhar no mais íntimo sentimento. E quando ela gosta, passa a exibir seus dotes. Ah... Algumas são pompoaristas (rs...)
Imprescindível lembrar que se o “antes” é importante, o “depois” é fundamental. Nunca, jamais, em tempo algum a abandone após o ápice do prazer. Permita que ela o sinta relaxar, que sinta o delicioso misturar de gozos escorrendo morno e assim vertendo para os lençóis. Neste delirante momento lhe dê somente um beijo – suave, agradecido e terno. Faça-lhe uma carícia de leve e saiba: o coração pode esquecer alguém, já ela, quando bem amada, não se esquecerá jamais.

Saíram de casa por volta de 21hs, depois de passarem quase o dia todo na cama, entre caricias, beijos, transas, conversas, risadas, chocolate, sorvete, cochilos...
Procuraram um lugar tranqüilo para comerem alguma coisa e tomarem um vinho.
Foram a uma pizzaria, sentaram na parte superior, onde havia poucas pessoas e era bem aconchegante.
Pediram o vinho, a pizza e começaram a conversar amenidades. De repente, ela se lembrou que tinha feito uma coisa para provocá-lo e resolveu contar em seu ouvido, já cheia de vontade de deixá-lo louco de tesão. Cochichou para ele: - Estou sem calcinha!
Ela usava uma saia acima do joelho e saiu assim exatamente para provocá-lo. Imediatamente, ele se ascendeu e deu-lhe um beijo ardente, chamando-a de safada, como ela tanto gostava. Começou a subir a mão por sua coxa, deixando os dedos escorregarem na parte interna e apertando cada centímetro percorrido. Ela já estava encharcada de tanto tesão. Nesse momento, chega o garçom com o vinho que haviam pedido. Os dois se esforçaram para controlar, mas parecia estampado que estavam se devorando por baixo da mesa. Ele não parou de subir a mão em sua coxa, mesmo enquanto o garçom os servia. Isso a desconcertava completamente, uma mistura de medo, vergonha e um incontrolável desejo de que ele não parasse. Sua mão chegou no ponto que ele queria e ela soltou um gemido abafado, despertando a curiosidade do garçom que terminava de servi-los e se retirava. Ela quase não conseguia se controlar, se contorcendo na cadeira, querendo se desvencilhar dele e ao mesmo tempo implorando por aquilo. Ele pediu que ela ficasse quieta e confiasse nele. Ela, então, resolveu se entregar aquele prazer e deixar que ele tomasse conta da situação. Ele começou a acariciar seu clitóris, olhando bem em seus olhos, deixando claro o quanto sentia prazer em fazer aquilo. Ela levou a mão sobre suas calças, sentindo que seu pau não estava mais cabendo ali, e ficou ainda mais excitada. A vontade de devorá-lo ali era quase incontrolável, sentir seu gosto, seu mel, chupá-lo deliciosamente!! Mas teve que se controlar, pois um casal na mesa próxima observava sem entender muito bem, mas com toda certeza, excitados por imaginar o que poderia estar acontecendo ali. Ela o abraçou, sentindo que o gozo ia explodir naquele momento, tentando disfarçar sua vontade de pular no colo dele e gritar de tesão. Ele sentiu que ela ia gozar e pediu em seu ouvido: - Goza, minha putinha, goza pra mim! Isso a deixou ainda mais excitada e ficou impossível adiar mais. Explodiu num orgasmo delicioso, abafado, proibido! Se agarrou a ele, cravando suas unhas em suas costas, o corpo todo trêmulo, respiração ofegante, encharcada, a mão dele ainda entre suas pernas, sentindo cada gota de prazer que tirou dela. Ficou abraçada a ele por algum tempo, tentando retomar o fôlego, até que finalmente olhou para ele e recebeu um delicioso sorriso seguido de um beijo. Ela sentiu seu pau ainda duro sob as calças e prometeu recompensá-lo deliciosamente assim que saíssem dali...
Uma hora depois, deixaram a pizzaria e se encaminharam para o carro, que estava numa rua tranqüila. Assim que entraram, ela se jogou sobre ele, beijando-o ardentemente. Começou a acariciá-lo sobre a calça, abriu seu zíper e segurou seu pau, já começando a reagir aos seus carinhos. Sem nenhum receio de ser vista, baixou e o colocou na boca, lambendo delicadamente a cabeça, passando a língua nele todo, sentindo que ele endurecia a cada movimento de sua língua. Começou a chupá-lo com mais desejo, o tesão já escorrendo novamente entre suas pernas. Ele segurava seus cabelos, tentando ver o movimento do seu pau entrando e saindo da boca, a cara de prazer que ela fazia ao sentir o gosto dele, seu mel sendo sugado, sem desperdiçar nenhuma gota. Ele levantou sua saia, passando a mão em sua bunda, enfiando seus dedos nela o que a fez soltar um gemido de prazer, devorando-o ainda com mais vontade. As caricias aumentavam e os dois nem se lembravam que estavam na rua, correndo o risco de serem vistos pelas pessoas que passavam por ali, o que, provavelmente, já tinha acontecido. Mas era essa sensação que dava mais prazer e menos vontade de parar. Ela já estava encharcada novamente, sentindo o delicioso movimento do seu dedo entrando e saindo dela, hora na frente, hora atrás. Sentou em seu colo, já que tinha a facilidade de estar de saia e sem calcinha. Deixou que ele entrasse nela deliciosamente, cavalgando nele, num ritmo cada vez mais alucinante. Pessoas passavam na rua, mas eles não se preocupavam com isso, só queriam explodir num orgasmo delicioso juntos. Seus corpos suados, beijos, gritos e gemidos podiam ser ouvidos por qualquer um, adjetos impublicáveis e deliciosos eram ditos nessa hora. Explodiram em gozo juntos!!
Ficaram abraçados por um tempo, rindo da loucura que acabavam de fazer, do prazer que haviam sentido e da vontade de fazer mais, muito mais...
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